A SHARIA BATE À PORTA DO PALÁCIO DO PLANALTO

Logo após a iniciativa do parlamento francês prolongar a decretação do “estado de emergência” por 3 meses devido preocupação com a  ameaça terrorista que ronda o país, somos surpreendidos por manchete do jornal ‘O Globo’ esposando o intuito da liderança da comunidade muçulmana brasileira em recorrer à presidente Dilma numa tentativa de evitar o “extremismo “em nosso território.

Contudo, a manchete oculta o verdadeiro objetivo do texto, qual seja, promover a ideia de combate à islamofobia como lastro para a expansão do islã no Brasil através da taqyiia (estratégia de enganar não-muçulmanos). Dessa forma, creio ser apropriado destrinchar as sutilezas midiáticas clericais para islamizar nosso país.

Os líderes muçulmanos querem que o governo promova um seminário inter-religioso ainda no primeiro semestre de 2016, antes das Olimpíadas, isto, para “se preparar melhor contra a ação de radicais.”

Daí, vale a reflexão: um seminário inter-religioso promovido por muçulmanos será eficiente para inibir a ação de extremistas com o falacioso discurso da coexistência ou seria apenas uma estratégia tosca de arregimentar mais apoio ao islã de várias correntes religiosas que já aderiram ao discurso politicamente correto da islamofobia?

Ademais, não há necessidade mínima de se conhecer o corão ou a suna (tradição islâmica) para saber que qualquer muçulmano seguidor do “verdadeiro islã” jamais comungaria da ideia de respeitar os princípios éticos que regem a civilização judaico-cristã em detrimento da poderosa sharia (lei islâmica). De modo que, os chamados “extremistas” almejando tão-somente expandir sua fé conforme apregoada há 1.400 anos, certamente não se sensibilizariam com uma reunião de líderes religiosos verberando discursos ocos de convivência pacífica fundamentados em preceitos que contrariam irrefragavelmente os escritos islâmicos sagrados,  os quais são eternos, perfeitos e imutáveis sob a ótica muçulmana.

Porém, a proposta de seminário inter-religioso apoiado pelo governo brasileiro é uma estratégia eficiente para divulgar a mensagem ardilosa de “vitimização muçulmana”, que vem sendo explorada no meio acadêmico e na mídia, e acatada por líderes evangélicos em igrejas e programas de TV. Eu mesma já tive ferrenhos embates com pastores que defendem ardorosamente as ações muçulmanas.

A maior prova do verdadeiro propósito dos líderes muçulmanos está no próprio texto do jornal que destaca um sermão do xeque Abdul Hamid para cerca de 1.500 fiéis, o qual teria repetido  algumas vezes que “os muçulmanos jamais foram adeptos da violência, e lembrou que os árabes sequer produzem armas”, frisando, ainda que “seu povo nunca matou nem quando estava por cima, e apontou Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França e Israel como os maiores fabricantes de material bélico do mundo.”

Empolgado com a mentira, Abdul Hamid propalou: “O Estado Islâmico compra de quem? Quem criou esse grupo? Veja que a maioria nem é árabe. Então não somos nós que promovemos a guerra.”

Por certo, o xeque contou com o desconhecimento da maior parte dos ouvintes acerca da origem da doutrina que embasa as ações do Estado Islâmico, cria da al-Qaeda. Aliás, o grupo é composto apenas por jihadistas muçulmanos, que não necessariamente são árabes, sendo certo que, todos seguem literalmente o corão.

Quando foi indagado se concorda com uma ofensiva contra os jihadistas nos moldes dos bombardeios franceses, o xeque pacifista disse que “os muçulmanos jamais estarão em situação de guerra com ninguém e pediu que Alá tenha clemência.” Talvez, ele tenha sofrido uma “amnésia temporária” que o fez esquecer das carnificinas promovidas pela jihad islâmica, que desde os primórdios do expansionismo muçulmano massacrou mais de 270 milhões de cristãos, hindus, budistas e africanos. Afinal de contas, segundo a doutrina islâmica, o Ocidente é a “casa da guerra” que deve ser submetida pela jihad para se tornar a “casa do islã”

Aproveitando o “complexo ocidental de culpa” fabricado pelos defensores do pensamento islâmico, o xeque propala: “Ninguém lembra quando sofremos violência em nossas casas, nem abre a boca para condenar o que fazem contra nossas mulheres, mas estão sempre nos acusando de terrorismo.”

Pois é, o xeque deve ter esquecido qual a origem dos mais de 27 mil ataques terroristas no mundo desde os atentados de 11 de setembro, e o tratamento desumano outorgado às mulheres muçulmanas como uma especialidade de governos e facções terroristas islâmicas que, por acreditarem que a mulher vale menos que o homem, ordenam espancamentos e execuções se violarem o rígido código moral da sharia.

Na esteira de apoio, surge um representante da Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM), Ahmed Ismail, que também condenou qualquer tipo de ataque ao Estado Islâmico, e frisou que “a Justiça cabe somente a Deus”. Todavia, nunca é demais lembrar que em setembro, Sami Isbelle, membro da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, esteve em um seminário sobre intolerância religiosa na igreja Batista Betânia vociferando discurso de apoio ao ex-presidente egípcio Morsi, “representante exemplar” da Irmandade Muçulmana, de onde veio os pilares do terrorismo islâmico moderno. Dessa forma, podemos complementar as palavras de Ahmed Ismail, afirmando que a justiça cabe somente a Deus e aos piedosos muçulmanos jihadistas componentes da Irmandade Muçulmana.

Enfim, não tenho dúvida alguma de que a carta redigida pelo Conselho Superior dos Teólogos e Assuntos Islâmicos no Brasil (CSTAIB), junto com a Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM), será muito bem recebida no Palácio do Planalto porque, tal como a chefe da diplomacia anã brasileira, comungam da ideia de que não se deve combater a facção terrorista islâmica mais perigosa da atualidade, bem como acreditam que o terrorismo é apenas um “instrumento de justiça” a ser estabelecido contra o “Ocidente infiel” que permite muçulmanos viverem em suas terras sem exigir a submissão aos seus valores.

Por Andréa Fernandes

Artigo do jornal O Globo:

http://oglobo.globo.com/mundo/muculmanos-querem-ajuda-de-dilma-para-evitar-extremismo-18105760?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

 

 

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A ruína da Europa – e como impedi-la

Thomas Cole, The Course of Empire: Destruction, 1836.

A Europa ainda parece um tanto atônita diante da carnificina perpetrada em Paris pelos terroristas do Estado Islâmico. A reação instantânea de muitos países ocidentais foi, de certa forma, algo natural e já esperado: a restrição de entrada de refugiados, operações policiais cinematográficas em seus próprios territórios, o aumento dos bombardeios a posições do Estado Islâmico na região do Levante, dentre outras.

As discussões em torno dos atentados giraram basicamente em torno de dois eixos: o primeiro, majoritário, que dizia temer a explosão de violência contra muçulmanos, o crescimento de grupos ultranacionalistas e o recrudescimento do discurso xenófobo; o segundo, minoritário, que mostrou alguma preocupação em determinar em que medida grupos terroristas têm se aproveitado da liberalidade dos países ocidentais para se instalar em seus territórios, recrutar novos membros e expandir suas operações. Quase nenhuma preocupação tem se mostrado sobre uma das principais causas que deram origem ao massacre de Paris: a degradação cultural da Europa provocada pela sua descristianização.

Todos os especialistas que acorreram à mídia para dar explicações – estapafúrdias, no mais das vezes – sobre o que teria permitido com que o Estado Islâmico provocasse um ataque de tão graves proporções na França restringiram sua análise a aspectos acidentais do problema real. Muito se falou dos perigos da xenofobia e de como ela poderia degradar o essencial espírito de tolerância que os novos tempos pedem. Falou-se também sobre as desastrosas políticas externas de países ocidentais, especialmente os Estados Unidos, que, pelo visto, parecem bastante eficientes em armar, treinar e financiar com fartura seus futuros inimigos. Mencionou-se a importância de outros países da Europa tomarem parte nas ações militares contra o Estado Islâmico, inclusive com a utilização de tropas terrestres. Algumas questões foram levantadas: como identificar os terroristas em meio à multidão de refugiados?; é preciso fechar totalmente as fronteiras, aumentar o controle ou deixar a coisa como está?; o Islamismo é, de fato, uma ameaça, ou grupos como o Estado Islâmico não são, de fato, islâmicos?

A degradação da cultura ocidental, que começou no momento em que o Cristianismo deixou de ser o fundamento primordial da vida cotidiana das pessoas, não foi mencionada nas análises pós-atentado de Paris. Na verdade, não foi considerada sequer como possibilidade, ainda que remotíssima. Sobre isso, silêncio sepulcral. No entanto, é precisamente este o problema central da civilização ocidental de nossa época. E há alguns exemplos bastante eloqüentes que nos ajudam a enxergar isso.

É bem provável que você jamais tenha ouvido falar de Abel Azcona. Nascido em Pamplona, Navarra, no ano de 1988, o espanhol Azcona é um “artista performático”. Seu perfil no site Vimeo diz mais sobre o artista e sua obra (tradução livre):

Sua exploração artística leva em consideração visões altamente biográficas sobre sua própria infância, experiências marcantes de abuso, abandono e maus tratos, sua mãe biológica exercendo um papel-chave em sua experiência e, portanto, em sua prática artística. A experiência de abandono tida primeiramente por causa de sua mãe, que era prostituta, e sua passagem por diversos orfanatos, instituições mentais e lares adotivos, são determinantes para a maneira como Azcona se expressa. Sua experiência de vida, marcada por drogas, prostituição, e algumas tentativas de suicídio durante a adolescência, estão relacionadas com seu processo criativo e, portanto, ele não hesita em compartilhar isso com os expectadores através de seu trabalho. Em seus trabalhos sobre a intimidade, Azcona é conhecido por experimentar dor e resistência física, expondo-se a espancamentos, intoxicações, agressões e várias torturas físicas e psicológicas, e não teme em confrontar a si mesmo. Azcona diz que, quando a dor interna é tão intensa, a dor externa pode desaparecer; ele usa a dor para se simpatizar com seus próprios sentimentos e experiências durante a infância e a adolescência. Além disso, assegura que, quando pratica auto-agressão, é por vontade própria que altera a forma de seu corpo, o que se opõe a uma criança ou mulher abusada, que não têm a chance de decidir. Um resiliente Azcona, criador de uma obra catártica como meio de autoconhecimento e construção pessoal.

O jovem Azcona está construindo renome mundial. Seus trabalhos já foram expostos nas principais capitais da Europa e dos Estados Unidos, e seu nome transita com facilidade em renomados museus e galerias de arte. Sua última arte performática está sendo apresentada em sua cidade-natal, Pamplona. Trata-se de um painel performático em que, utilizando 242 hóstias consagradas, Azcona forma no chão a palavra “pederastia”. Diante da incredulidade das pessoas sobre o material utilizado por Azcona, ele disse que assistiu a 242 celebrações eucarísticas em igrejas de Navarra e Madri, e publicou fotos que fez com câmera escondidaenquanto participava de algumas dessas celebrações – inclusive, no momento da recepção da Eucaristia.

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Uma cultura que é capaz de acolher manifestações de total e completo desprezo pelo transcendente é uma cultura que trilha um caminho sólido rumo à própria destruição. A louvação em torno da obra de Azcona é uma louvação ao auto-extermínio. Uma civilização que chega a um tal nível de degradação cultural não só é incapaz de resistir à influência e à ação de quaisquer inimigos externos, mas ela mesma se tornou sua própria inimiga. Nesse estágio, não importa que medidas se tome contra o Estado Islâmico ou qualquer outro grupo terrorista – aumento de bombas jogadas em suas bases, fechamento de fronteiras, recrudescimento das leis –, nada, absolutamente nada será capaz de afastar o perigo do extermínio.

Nenhuma ação externa será capaz de deter a marcha da Europa rumo à ruína. Somente uma atitude será capaz de interromper esse caminho de autodestruição, e essa atitude é o retorno da Europa ao Cristianismo. Não falo de um retorno exterior, aparente, mas de algo que os antigos gregos chamavam de metanóia (μετανοεῖν): o reconhecimento do problema central, o arrependimento sincero e a conversão integral – conversão não apenas no sentido religioso, mas moral, ético e intelectual. Isso não depende de governos, nem de exércitos, nem mesmo da ONU, mas das pessoas.

Há alguns séculos, a Europa enviava missionários ao mundo inteiro para que levassem o Evangelho a todos os povos, de acordo com o mandato concedido por Cristo aos Apóstolos (cf. Mt 28, 16-20). Hoje, é a Europa que precisa ser cristianizada. Que hoje, dia em que a Igreja Católica celebra a Solenidade de Cristo Rei do Universo, isso seja pregado do alto dos telhados (Mt 10, 27) em alto e bom som.

 

 

 

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Profecia de Santo Ângelo, para o fim dos tempos

Bologna Carmine 37 -1

Santo Ângelo, um dos mais importantes santos na Ordem do Carmo, enquanto estava no deserto, por um período de cinco anos, em que viveu totalmente solitário, recebeu a seguinte revelação de Nosso Senhor:

Sabe Ângelo, Servo meu, a cidade de Jerusalém, a Galileia e toda a terra da promissão, Capadócia e Egito, com muitas regiões da Ásia e da África, passados poucos anos, irão de todo ao poder dos Ismaelitas (muçulmanos): as Igrejas, os Templos que tu vês agora, onde se celebram os louvores divinos, serão destruídos. e as cerimônias, costumes e observâncias dos cristãos em tudo, quase serão reduzidos a nada. E o poder de Maomé e de seus sucessores crescerá sempre mais e atemorizará quase todas as gentes e será com isto amedrontada e molestada toda a Europa, e virá fogo, sangue, ruína e quase total destruição e haverá grande aflição e crescerá o furor e ira sobre os filhos da ingratidão.

Estas coisas virão pela abominação daqueles que edificam Babilônia, dissipam o Santuário e sustentam o povo da maldade, ódio e rancor e o arrastam à crueldade, desonestidade, malícia e pecado.

Então Santo Ângelo disse: “Quando, meu Senhor, isso há de suceder? Cristo respondeu-lhe:

Quando a Igreja, despojada de seu esplendor jazer como uma viúva: quando a Cadeira do Pontífice Romano seja posta em contradição, quando se levantarem os hipócritas com cor e pretexto de santidade e religião, defraudarem os povos, e a Igreja estiver cheia de seitas, nas quais reinarão a soberba, ambição, luxúria, com todo o esquadrão de seus filhos: quando os príncipes divididos guerrearem e um Bispo estiver contra outro, e as mulheres se tornarem ministras em lugar dos sacerdotes e quase seja tirada toda a paz do mundo, e da discórdia nasça a morte: quando os hereges prevalecerem, e a Fé estiver quase extinta e os seus pregadores se derem a vaidades e loucuras; então meu Eterno Pai mandará o seu furor e permitirá que os filhos da ingratidão sejam atormentados pelos inimigos do meu Nome. Todas estas calamidades lhes sobrevirão por seus pecados.

E tendo Cristo dito isto, desapareceu aos olhos de Santo Ângelo em uma nuvem alvíssima.

Esta revelação se encontra na vida de Santo Ângelo, escrita por Enoc, Patriarca de Jerusalém.

Deve-nos trazer grande admiração a notícia de que uma profecia como esta, escrita no século XIII esteja se cumprindo tão perfeitamente nos nossos dias. Vemos aqui a relação entre a expansão do Islã com a crise da Cristandade.

Fonte: escravasdemaria.blogspot.com.br

 

 

 

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Transgeneridade é um transtorno mental, afirma médico norte-americano

Dr. Paul R. McHugh, ex-chefe da ala de psiquiatra do Hospital John Hopkins, em Baltimore, disse que a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento, e que a mudança de sexo é biologicamente impossível. O médico disse que as pessoas que promovem a cirurgia de redesignação sexual estão colaborando e promovendo uma desordem mental.

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Dr. McHugh, autor de seis livros e pelo menos 125 artigos médicos, fez essas afirmações em um comentário recente no Wall Street Journal, onde explicou que a cirurgia transexual não é a solução para as pessoas que sofrem dessa desordem – a noção de que a sua masculinidade ou feminilidade é diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente.

Ele também falou sobre um novo estudo que mostra que a taxa de suicídio entre pessoas transexuais que fizeram a cirurgia de redesignação é 20 vezes maior do que a taxa de suicídio entre os não-transexuais. Dr. McHugh ainda mencionou que estudos da Universidade de Vanderbilt e da Portman Clinic, de Londres, observaram algumas crianças que haviam demonstrado comportamentos transexuais. Ao longo do tempo, de 70% a 80% dessas crianças deixaram espontaneamente esses comportamentos.

Enquanto o governo Obama, Hollywood e grandes meios de comunicação, como a revista Time, promovem o fenômeno transgênero como algo normal, disse o Dr. McHugh, “os legisladores e os meios de comunicação prestam um desfavor ao público e às pessoas transgêneras tratando suas confusões como um direito que precisa ser defendido e não como um transtorno mental que necessita de compreensão, tratamento e prevenção”.

Segundo o médico, a desordem do transgênero consiste na “suposição” de que eles são diferentes da realidade física de seu corpo, da sua masculinidade ou feminilidade, conforme atribuído pela natureza. É uma doença semelhante à de uma pessoa extremamente magra que sofre de anorexia, que se olha no espelho e pensa que está acima do peso.

Esta suposição de que o gênero é apenas uma condição mental, desprezando a anatomia, tem levado algumas pessoas transexuais a requerer que a sociedade aceite essa “verdade pessoal” subjetiva, disse o Dr. McHugh. Como resultado, alguns estados – Califórnia, New Jersey e Massachusetts – aprovaram leis barrando psiquiatras, mesmo com a autorização dos pais, de se esforçarem para restaurar os sentimentos de gênero naturais a um menor transgênero.

Os ativistas da causa transgênero não querem saber dos estudos que mostram que entre 70% e 80% das crianças que expressam sentimentos transexuais perdem espontaneamente esses sentimentos ao longo do tempo. Além disso, dos que fizeram a cirurgia de redesignação sexual, a maioria disse estar “satisfeita” com a operação, mas suas condições psico-sociais posteriores não são melhores do que aqueles que não fizeram a cirurgia.

“Assim, o Hospital Hopkins parou de fazer a cirurgia de redesignação sexual, uma vez que um paciente “satisfeito ” mas ainda perturbado parecia uma razão inadequada para amputar cirurgicamente os órgãos normais” disse o Dr. McHugh.

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O ex-chefe do hospital também alertou contra permitir ou incentivar certos subgrupos, tais como os jovens, suscetíveis a apologia do “tudo é normal” presente na educação sexual, e aos “gurus da diversidade” que habitam as escolas, que, como “líderes culturais”, podem incentivar estes jovens a se distanciar de suas famílias e oferecer conselhos sobre como rebater argumentos contrários à cirurgia transexual.

 

“Mudança de sexo é biologicamente impossível”, disse McHugh. “As pessoas que se submetem à cirurgia de redesignação de sexo não mudam de homens para mulheres ou vice-versa. Em vez disso, eles se tornam homens feminilizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é uma questão de direitos civis e encorajar a intervenção cirúrgica é, na realidade, promover um transtorno mental.”

Fonte: CNSNews

 

 

 

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Fobia? Que fobia?

Imediatamente após os atentados da sexta-feira 13, começou a grita politicamente correta contra a “islamofobia”, com a típica arrogância de quem nunca leu o Corão, mas paternalisticamente repete que os terroristas “o interpretam mal”. Evidentemente, é errado culpar a todos pelos atos de alguns, mas não é este o problema.

Pouco mais de 200 anos atrás, a França começou uma experiência social única: a construção de uma sociedade em que um dos elementos essenciais do homem como indivíduo e como ser social, a religião, estaria ausente. Aproveitando a separação operada pelo cristianismo entre o que é “de César” e o que é “de Deus”, a Revolução Francesa negou a este, no máximo tolerando-o como assunto de foro privado, e inserindo todo o social naquele. A religião foi expulsa da esfera pública, deixando um aberrante vácuo.

Com o fim das colônias, em meados do século 20, a imigração muçulmana levou à Europa enorme quantidade de gente para quem simplesmente não faz sentido a separação entre o que é de César e o que é de Deus. No Islã tudo é de Alá, inclusive o próprio César. O Corão é ao mesmo tempo catecismo, breviário, código penal, código civil, constituição e manual de vida, com minúcias que incluem com que mão se deve levar a comida à boca.

O Corão é ao mesmo tempo catecismo, breviário, código penal, código civil, constituição e manual de vida

Ora, a imensa maioria dos muçulmanos não leva a religião muito a sério: nisto eles são como a maioria dos católicos, budistas, xintoístas ou judeus. O problema é que o católico ou budista que leve a sério a religião irá provavelmente se trancar em um convento e não incomodará ninguém. Já o muçulmano que leve o Islã a sério se vê obrigado em consciência a derrubar o governo civil e substituí-lo por uma teocracia islâmica em que adúlteras são chicoteadas e o furto é punido com a amputação de uma mão. É possível diferir nos meios, mas não na busca da teocracia. O Islã levado a sério dá medo, e não se trata de uma fobia irracional.

Estatisticamente, sempre há quem leve a sério suas crenças, e a experiência francesa gerou multidões de radicais muçulmanos com certidão de nascimento e passaporte europeus. Milhares deles foram para a Síria juntar-se ao Estado Islâmico, mas muitos mais permaneceram na Europa com o coração em Meca. Alguns destes chacinaram uma multidão em Paris na sexta-feira 13. Outros virão: o Islã é incompatível com a democracia, e o problema é este.

 

 

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Islamismo: uma crença leviana e tirânica

Os atentados de Paris chocaram o mundo!

Imediatamente se reavivou o debate sobre o terrorismo de inspiração islâmica. Diversos líderes mundiais, comentaristas, analistas políticos, passaram a repetir à exaustão algo que já se vai tornando um realejo, sempre que a opinião mundial é abalada por algum grande atentado, como os de Paris, Nova Iorque, Londres, Madrid, Mumbai, Bali, etc.: os terroristas não representam o Islã. Será isto verdade?

A questão islâmica pode ser debatida sob muitos aspectos. Debruço-me, neste post, em apenas um deles, que considero de fundamental importância: a natureza da crença religiosa do Islamismo. Já tive oportunidade de abordar em outro post a influência que as correntes revolucionárias modernas exercem nos movimentos islâmicos que travam sua guerra cultural e militar contra o Ocidente.

Distorção histórica
Muitos insistem em deturpar a realidade e a história, afirmando que a religião islâmica é uma religião pacífica e não agressora. Ora, historicamente falando – e, portanto, não opinativamente falando – foi o próprio Maomé que, em Medina, reuniu um exército de 10 mil homens para dar início a uma guerra de expansão e dominação, que prosseguiria com seus sucessores, visando impor a sua lei pela violência das armas.

Infelizmente, muitos católicos são ludibriados pela versão enganosa de que o Islamismo é uma das três grandes religiões monoteístas, como se estas quase se equivalessem, tivessem uma mesma origem e constituíssem pequenas variações de uma mesma Fé, de uma mesma doutrina e de uma mesma prática das virtudes.

Nada mais errôneo do que isso. E é a partir desse erro que muitos fazem julgamentos equivocados a respeito da natureza religiosa e dos métodos de ação e proselitismo do Islã.

Uma falsa crença
O Islamismo é uma falsa religião, muito distante da Fé cristã, e os que matam para impor a sua Lei não matam em nome de Deus, mas em nome e em coerência com uma falsa crença, nascida da superstição, das falsas promessas e dos falsos testemunhos. São, portanto, legítimos representantes da crença islâmica, no seu agir.

Para ajudar os católicos a formular uma análise adequada da questão islâmica, pareceu-me salutar transcrever a comparação feita por Santo Tomás de Aquino, na Suma contra os Gentios (livro I, Capítulo VI), entre a verdadeira Fé e a crença leviana da seita errônea fundada por Maomé.

Convido, pois, os leitores do Radar da Midia a considerar o que diz o grande Doutor:

  • 35. Aqueles que aceitam pela fé as verdades que estão fora da experiência humana não crêem levianamente, como aqueles que, segundo São Pedro, seguem fábulas engenhosas (2Pd 1, 16).

    36. Os segredos da sabedoria divina, ela mesma – que conhece tudo perfeitamente – dignou-se revelar aos homens, mostrando-lhes a sua presença, a verdade da sua doutrina, e inspirando-os, com testemunhos condizentes. Ademais, para confirmar as verdades que excedem o conhecimento natural, realizou ações visíveis que superam a capacidade de toda a natureza, como sejam a cura de doenças, ressurreição dos mortos e maravilhosas mudanças nos corpos celestes. Mais maravilhoso ainda é, inspirando as mentes humanas, ter feito que homens ignorantes e rudes, enriquecidos pelos dons do Espírito Santo, adquirissem instantaneamente tão elevada sabedoria e eloquência.

    37. Depois de termos considerado tais fatos, acrescente-se agora, para confirmação da eficácia dos mesmos, queuma enorme multidão de homens, não só os rudes como também os sábios, acorreu para a fé cristã. Assim o fizeram, não premidos pela violência das armas, nem pela promessa de prazer, mas também – o que é maravilhoso – sofrendo a perseguição dos tiranos. Além disso, na fé cristã, são expostas as virtudes que excedem todo o intelecto humano, os prazeres são reprimidos e se ensina o desprezo das coisas do mundo. Ora, terem os espíritos humanos concordado com tudo isto é ainda maior milagre e claro efeito da inspiração divina. (…)

    40. Tão maravilhosa conversão do mundo para a fé cristã é de tal modo certíssimo indício dos sinais havidos no passado, que eles não precisaram ser reiterados no futuro, visto que os seus efeitos os evidenciavam. Seria realmente o maior dos sinais miraculosos se o mundo tivesse sido induzido, sem aqueles maravilhosos sinais, por homens rudes e vulgares, a crer em verdades tão elevadas, a realizar coisas tão difíceis e a desprezar bens tão valiosos. Apesar de que, ainda nos nossos dias, Deus, por meio dos Seus santos, não cessa de operar milagres para confirmação da Fé.

    41. No entanto, os iniciadores de seitas errôneas seguiram um caminho oposto:

    a) Como se tornou patente em Maomé que seduziu os povos com promessas referentes aos desejos carnais,excitados que são pela concupiscência.

    b) Que formulou também preceitos conformes àquelas promessas, relaxando, desse modo, as rédeas que seguram os desejos da carne.

    c) Não apresentou testemunhos da verdade, senão aqueles que facilmente podem ser conhecidos pela razão natural de qualquer medíocre ilustrado: além disso, introduziu, em verdades que tinha ensinado, fábulas e doutrinas falsas.

    d) Também não apresentou sinais sobrenaturais. Ora, só mediante estes há conveniente testemunho da inspiração divina, enquanto uma ação visível, que não pode ser senão divina, e demonstra que o mestre da verdade está inspirado de modo invisível. Mas Maomé manifestou ter sido enviado pelo poder das armas, que são sinais também dos ladrões e dos tiranos.

    e) Ademais, desde o início, homens sábios, versados em coisas divinas e humanas, não acreditaram nele. Nele, porém, acreditaram homens que, animalizados no deserto, eram totalmente ignorantes da doutrina divina; e, no entanto, foi a multidão de tais homens que obrigou outros a obedecerem a uma lei, pela violência das armas.

    f) Finalmente, nenhum dos oráculos dos profetas que o antecederam dele deu testemunho, visto que ele deturpou com fabulosas narrativas quase todos os fatos do Antigo e do Novo Testamento. Tudo isso pode ser verificado ao estudar-se a sua lei. Também por isso, e de caso sagazmente pensado, não permitiu aos seus sequazes a leitura dos livros do Antigo e do Novo Testamento, para que, por eles, não fosse acusado de impostura.

    g) Fica assim comprovado que os que lhe dão fé crêem levianamente.

 

 

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Integrating Judeo-Christian Truths with Free Market Principles

Integrating Judeo-Christian Truths with Free Market Principles

  1. Dignity of the Person
  2. Social Nature of the Person
  3. Importance of Social Institutions
  4. Human Action
  5. Sin
  6. Rule of Law and the Subsidiary Role of Government
  7. Creation of Wealth
  8. Economic Liberty
  9. Economic Value
  10. Priority of Culture

Dignity of the Person – The human person, created in the image of God, is individually unique, rational, the subject of moral agency, and a co-creator. Accordingly, he possesses intrinsic value and dignity, implying certain rights and duties both for himself and other persons. These truths about the dignity of the human person are known through revelation, but they are also discernible through reason.

Social Nature of the Person – Although persons find ultimate fulfillment only in communion with God, one essential aspect of the development of persons is our social nature and capacity to act for disinterested ends. The person is fulfilled by interacting with other persons and by participating in moral goods. There are voluntary relations of exchange, such as market transactions that realize economic value. These transactions may give rise to moral value as well. There are also voluntary relations of mutual dependence, such as promises, friendships, marriages, and the family, which are moral goods. These, too, may have other sorts of value, such as religious, economic, aesthetic, and so on.

Importance of Social Institutions – Since persons are by nature social, various human persons develop social institutions. The institutions of civil society, especially the family, are the primary sources of a society’s moral culture. These social institutions are neither created by nor derive their legitimacy from the state. The state must respect their autonomy and provide the support necessary to ensure the free and orderly operation of all social institutions in their respective spheres.

Human Action – Human persons are by nature acting persons. Through human action, the person can actualize his potentiality by freely choosing the moral goods that fulfill his nature.

Sin: Although human beings in their created nature are good, in their current state, they are fallen and corrupted by sin. The reality of sin makes the state necessary to restrain evil. The ubiquity of sin, however, requires that the state be limited in its power and jurisdiction. The persistent reality of sin requires that we be skeptical of all utopian “solutions” to social ills such as poverty and injustice.

Rule of Law and the Subsidiary Role of Government – The government’s primary responsibility is to promote the common good, that is, to maintain the rule of law, and to preserve basic duties and rights. The government’s role is not to usurp free actions, but to minimize those conflicts that may arise when the free actions of persons and social institutions result in competing interests. The state should exercise this responsibility according to the principle of subsidiarity. This principle has two components. First, jurisdictionally broader institutions must refrain from usurping the proper functions that should be performed by the person and institutions more immediate to him. Second, jurisdictionally broader institutions should assist individual persons and institutions more immediate to the person only when the latter cannot fulfill their proper functions.

Creation of Wealth – Material impoverishment undermines the conditions that allow humans to flourish. The best means of reducing poverty is to protect private property rights through the rule of law. This allows people to enter into voluntary exchange circles in which to express their creative nature. Wealth is created when human beings creatively transform matter into resources. Because human beings can create wealth, economic exchange need not be a zero-sum game.

Economic Liberty – Liberty, in a positive sense, is achieved by fulfilling one’s nature as a person by freely choosing to do what one ought. Economic liberty is a species of liberty so-stated. As such, the bearer of economic liberty not only has certain rights, but also duties. An economically free person, for example, must be free to enter the market voluntarily. Hence, those who have the power to interfere with the market are duty-bound to remove any artificial barrier to entry in the market, and also to protect private and shared property rights. But the economically free person will also bear the duty to others to participate in the market as a moral agent and in accordance with moral goods. Therefore, the law must guarantee private property rights and voluntary exchange.

Economic Value – In economic theory, economic value is subjective because its existence depends on it being felt by a subject. Economic value is the significance that a subject attaches to a thing whenever he perceives a causal connection between this thing and the satisfaction of a present, urgent want. The subject may be wrong in his value judgment by attributing value to a thing that will not or cannot satisfy his present, urgent want. The truth of economic value judgments is settled just in case that thing can satisfy the expected want. While this does not imply the realization of any other sort of value, something can have both subjective economic value and objective moral value.

Priority of Culture – Liberty flourishes in a society supported by a moral culture that embraces the truth about the transcendent origin and destiny of the human person. This moral culture leads to harmony and to the proper ordering of society. While the various institutions within the political, economic, and other spheres are important, the family is the primary inculcator of the moral culture in a society.

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