Bispo católico do Reino Unido afirma: aborto e pesquisas com células-tronco embrionárias assemelham-se aos sacrifícios humanos feitos pelos astecas.

Por Notifam.pt – A cultura da morte no Ocidente iguala-se à decadente civilização dos astecas e ao seu sacrifício humano generalizado, afirmou o bispo católico de Birmingham, na Inglaterra.

A sociedade asteca e o mundo ocidental de hoje têm a crença de que algumas vidas humanas podem ser descartadas, disse o bispo de Shrewsbury, Mark Davies, ao Catholic Herald, durante uma turnê pelo país com uma imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, considerada a padroeira dos nascituros.

“Podemos ver uma semelhança com a decadente civilização do mundo ocidental, que, de modo parecido, sacrifica e descarta vidas de milhões de seres humanos por meio do aborto; em experiências com embriões e em tratamentos de fertilidade; e agora ameaça as vidas, por meio dos suicídios assistidos e da eutanásia, daqueles que apresentam o maior fardo financeiro: os doentes e os idosos”, disse o bispo.

“Não podemos considerar nenhuma vida inferior à nossa própria vida, quer nós a encontremos no refugiado abandonado, na criança não-nascida ou no idoso abandonado”.

Dom Davies pronunciou-se, no passado, em apoio aos nascituros e também em defesa do casamento natural.

O bispo fez suas afirmações na Catedral de Shrewsbury diante de uma imagem-relíquia de Nossa Senhora de Guadalupe, que foi encostada no manto original que traz a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe dada a São João Diego, no México, pela Santíssima Virgem Maria em 1531, quando ela apareceu para ele. A aparição marcou o fim dos sacrifícios humanos e motivou a conversão de cerca de dez milhões de nativos ao Catolicismo ao longo dos dez anos seguintes.

Dom Davies relembrou como a cultura asteca havia degradado a vida em uma escala incomensurável.

“Hoje acolhemos em peregrinação esta réplica da imagem da Virgem de Guadalupe, tão venerada nas Américas”, disse Dom Davies. “Vemos Nossa Senhora novamente… tal como ela apareceu em meio a uma civilização moribunda, o mundo asteca, que havia se tornado uma cultura da morte segundo a qual o bem-estar da sociedade era sustentado pela crueldade do sacrifício humano em larga escala.”

“Observamos que Maria sempre aparece na história ao lado dos pequenos, dos mais pobres e dos mais vulneráveis. Esta imagem nos lembra onde nós sempre deveríamos esperar encontra-la”, disse ele.

Originalmente publicado aqui.

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